Origem da representação
O pedido havia sido apresentado após representações de grupos de oposição, que alegaram conflito de interesses entre o cargo ocupado por Marcos Motta no Flamengo e sua atuação profissional no mercado do futebol.
De acordo com a representação citada pela fonte, participaram da iniciativa os grupos Flafut, NossoFLA, PróFla, Sempre Flamengo, Sinergia, Vanguarda e Vencer. O documento questionou a compatibilidade entre a vice-presidência de Patrimônio e as atividades exercidas por Motta como advogado.
Argumentos levados ao Conselho
Na representação, Marcos Motta é descrito como sócio-fundador do escritório Bichara e Motta Advogados. O texto aponta atuação em transferências de jogadores e em consultoria para clubes, citando a transformação do Amazonas em SAF e a transferência do volante Zé Lucas, do Sport para o Cruzeiro.
Os grupos de oposição também recorreram ao precedente envolvendo Rodolfo Landim, ex-presidente do Flamengo, para defender que haveria base para aplicar a mesma lógica ao caso de Marcos Motta. A representação resumiu esse entendimento na frase: “Não há como exigir do ex-presidente Rodolfo Landim e ignorar o Marcos Motta. São dois pesos e duas medidas”.

