Perfil de aposta no novo recorte da janela
Segundo Rodrigo Mattos, o Flamengo mudou a rota nesta janela e passou a mirar reforços escolhidos por scout. Na leitura do colunista, Valencia e Freitas chegam na condição de aposta de mercado depois da venda de Gonzalo Plata.
Freitas, médio prazo e possibilidade de revenda
Sobre Joaquín Freitas, Mattos afirmou que o contexto recente no River Plate pesa na análise do jogador. De acordo com o colunista, o atacante vinha sendo utilizado como ponta direita, mas seu melhor rendimento seria como segundo atacante, em um estilo de jogo associado ao de Julián Álvarez.
Arnaldo Ribeiro avaliou que Valencia e Freitas podem ajudar ainda nesta temporada, mas não foram buscados como nomes para entregar resultado imediato. Na visão dele, os dois foram contratados com foco de médio e longo prazo, depois de tentativas frustradas do clube por Thiago Almada e Luiz Henrique.
Danilo Lavieri acrescentou que a discussão sobre esse mercado do Flamengo também passa pelo custo das operações. Para o colunista, mesmo com receita alta, o clube não tem “dinheiro infinito”, e uma contratação mais cara pode reduzir o espaço para outros investimentos.
Mattos ainda apontou um componente de revenda na chegada de Freitas. Segundo ele, há debate interno no Flamengo sobre ampliar a presença de atletas com potencial de lucro futuro, além do retorno esportivo. Nessa linha, a contratação do argentino é lida como uma tentativa de incorporar um jogador que poderia ser negociado mais adiante com o mercado europeu.

