Ao tratar da chegada da dupla, o dirigente usou Erick Pulgar como referência e lembrou que o volante também recebeu avaliações negativas no início da passagem pelo clube. “Vou pedir a vocês paciência com eles e dar aqui um exemplo de como funciona isto aqui. O Pulgar, que hoje é um jogador que toda a gente aqui escreve maravilhas dele, e com razão, chegou como bagre, bagre como vocês dizem”, afirmou.
Na sequência, Boto ampliou o argumento ao dizer que julgamentos feitos na chegada nem sempre se confirmam no dia a dia do elenco. “Muitos de vocês escreveram que ele era um bagre. Não, não, tá bem, pronto. Portanto vocês fechem os ouvidos às análises e ponham os olhos nestes jogadores que hoje são jogadores importantíssimos, mas que chegaram também com análises de bagres e hoje são medalhões”, completou.
Pulgar entrou na comparação feita por Boto
A referência a Pulgar foi usada porque o chileno, segundo a fonte, chegou ao Flamengo sob desconfiança de parte da torcida e da imprensa. No momento atual, ele é tratado como peça fundamental no esquema tático de Leonardo Jardim. O material também informa que o clube estendeu o vínculo do camisa 5, antes previsto para terminar em 2027, agora até dezembro de 2029.
Rossi também falou sobre adaptação
Depois da vitória do Flamengo sobre o Mirassol, Rossi comentou a chegada de Joaquín Freitas e disse que o grupo precisa ajudar o jovem defensor na adaptação ao futebol brasileiro. “Eu acho que o mais importante para ele hoje em dia é a gente ajudar ele a se adaptar. Não é a mesma coisa o futebol argentino do futebol brasileiro. O futebol brasileiro está um passo acima e até ele se adaptar a gente tem que tentar ajudar ele”, disse o goleiro.
Na mesma entrevista, Rossi também pediu calma com o zagueiro e relacionou esse processo à idade do jogador e à mudança para o novo clube. “Mas a única coisa que posso pedir é paciência com ele, porque é difícil sair de casa sendo tão novo e vir para um time do tamanho do Flamengo”, afirmou.

