Argumento passa por condição física e elenco
Na Live do Flamengo, do Canal UOL, Mattos disse que Jardim precisa usar o uruguaio de forma mais efetiva. A fala veio depois de De La Cruz ficar fora da partida contra o Corinthians, disputada no último sábado, por causa do limite de estrangeiros no Brasileirão.
Segundo o colunista, o cenário pode mudar com a suspensão de Pulgar, que abre uma vaga. Para ele, o debate não deve se limitar ao discurso de que o elenco oferece muitas alternativas para o setor, mas ao uso real dessas peças ao longo da temporada.
Mattos resumiu o entendimento em uma cobrança direta a Jardim: “ele fisicamente está inteiro e apto para jogar, então põe no banco. Ou, se ele conseguir jogar, põe para jogar. Ele tem contrato, é bem pago, está fisicamente apto, vai para o jogo.”
Uso restrito dos volantes entra na discussão
Ao explicar a crítica, Mattos afirmou que Jardim vinha recorrendo a um grupo mais curto no meio-campo. De acordo com ele, os nomes utilizados eram Pulgar, Jorginho, Evertton Araújo e Paquetá, enquanto outros jogadores do setor não vinham sendo acionados.
Mattos voltou ao ponto central da análise ao afirmar que, se a comissão técnica considera esses atletas como alternativas reais, precisa colocá-los em campo. A defesa pelo aproveitamento de De La Cruz, portanto, foi apresentada como parte dessa cobrança por um uso mais amplo do elenco do Flamengo.

