Segundo a informação publicada pela Coluna do Fla, a petição com o acordo foi anexada na segunda-feira (14) pelos advogados do Flamengo. Os valores acertados entre clube e atacante não foram divulgados.
Dois processos estavam em andamento
Ao todo, o Flamengo movia duas ações contra Guerrero, com cobrança somada de cerca de R$ 2 milhões. Em uma delas, o clube buscava indenização de R$ 200 mil por danos morais, em processo que também incluía a Federação Peruana de Futebol.
Na outra ação, o Rubro-Negro cobrava R$ 1,8 milhão do atacante. De acordo com a publicação, esse valor correspondia à devolução de gastos feitos pelo clube durante os 120 dias em que Guerrero ficou suspenso, em 2017.
Tratativas já haviam sido informadas à Justiça
O andamento do acordo já havia aparecido no fim do mês passado. Na ocasião, Flamengo e Guerrero apresentaram uma petição conjunta informando que estavam em tratativas e pediram a suspensão do julgamento.
Naquele processo, a defesa do jogador afirmou que “O Flamengo pretende atribuir a Guerrero consequências econômicas amplas, incluindo a perda de título ou premiação, redução do número de associados, diminuição de vendas, prejuízos com ingressos e impactos sobre patrocínios”. O trecho integra a manifestação reproduzida pela fonte sobre a contestação ao pedido do clube.
O caso teve origem na suspensão sofrida por Guerrero no fim de 2017, após teste positivo em exame antidoping. Segundo a publicação, o episódio envolveu a ingestão de chá com metabólito da cocaína em partida do Peru pelas Eliminatórias da Copa do Mundo, período em que o atacante desfalcou o Flamengo.

