Sem a liberação, o zagueiro não fica à disposição para a partida desta quinta-feira (15), às 21h30, contra o Flamengo. De acordo com o Match Center, o jogo será no Estadio Norberto Tito Tomaghello. A volta está marcada para 22 de outubro, às 21h30, no Maracanã.
Estudiantes contesta o critério da Conmebol
Em comunicado oficial, o Estudiantes informou que a Conmebol rejeitou o pedido de inscrição de Rojo e sustenta que fez o registro “de acordo com a normativa vigente”. Na mesma nota, o clube afirma que a entidade sul-americana aprovou recentemente pedidos em condições que considera idênticas e argumenta: “Neste caso, a CONMEBOL deveria ter aplicado critério idêntico.”
A resposta do clube será um recurso ao TAS com pedido de medida cautelar. Segundo o site Infocielo, citado pela fonte, a apresentação do caso ao tribunal deve ocorrer na manhã desta sexta-feira (16). Ainda de acordo com essa apuração, a própria diretoria vê como inviável liberar o defensor a tempo do primeiro jogo e já mira a tentativa de tê-lo na volta contra o Flamengo.
Caso ganhou urgência por desfalques na defesa
O técnico Alexander Medina perdeu uma opção que a imprensa argentina apontava como titular. Isso porque Tomás Palacios e Leandro González Pírez cumprem suspensão pelo terceiro cartão amarelo, e o Estudiantes buscava incluir Rojo na lista para remontar o setor defensivo.
A operação para registrar o zagueiro ocorreu em meio a uma janela fechada no futebol argentino. Rojo, de 36 anos, deixou o Racing para retornar ao clube que o revelou, mas a inscrição dependia de autorização especial. Em 9 de outubro, último dia para alterações na lista da Conmebol, a AFA chegou a negar o registro. Horas depois, abriu uma exceção e liberou o defensor.
Segundo a fonte, a imprensa argentina relatou que o Estudiantes usou a lesão de Gabriel Neves como base para o pedido. O volante fraturou o punho esquerdo e deve ficar cerca de três meses afastado. Mesmo assim, a Conmebol revisou o mecanismo e negou a inscrição. Para embasar o recurso, o clube reuniu mais de 400 casos que considera semelhantes.

