Como o clube sustenta a contestação
De acordo com a publicação, o argumento rubro-negro é que a Conmebol havia rejeitado o pedido de inscrição de Rojo para o primeiro jogo da semifinal. Mesmo assim, o Estudiantes recorreu ao TAS, obteve a liberação do defensor e o escalou. A avaliação do Flamengo é que a discussão sobre a regularidade da inscrição não foi encerrada de forma definitiva.
O texto reproduz a posição do clube em uma frase direta: “A liberação de Marcos Rojo pelo Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) não resolveu definitivamente a questão da inscrição.” A partir dessa leitura, o Flamengo sustenta que o Estudiantes assumiu o risco ao utilizar o jogador depois de uma negativa inicial da Conmebol.
Cronologia do caso e situação atual
A controvérsia começou, ainda segundo a fonte, quando o Estudiantes tentou inscrever Marcos Rojo às pressas por causa da contusão de Gabriel Naves. A Conmebol rejeitou o pedido para o primeiro confronto da semifinal, mas o clube argentino recorreu ao Tribunal Arbitral do Esporte e conseguiu a liberação do zagueiro.
Com o protesto já apresentado, o Flamengo busca uma punição ligada à escalação do defensor. Até aqui, porém, não há decisão informada: o andamento descrito pela própria publicação é de análise em curso na Conmebol, sem desfecho definitivo para a reclamação rubro-negra.

