A discussão gira em torno da utilização do zagueiro argentino na semifinal. Segundo a fonte, Rojo atuou com autorização provisória do Tribunal Arbitral do Esporte, o TAS, em um processo que ainda não teve desfecho definitivo. Por isso, a situação segue em aberto mesmo após a partida.
O argumento apresentado por Juca Kfouri
Ao comentar o caso, Juca afirmou que o regulamento deve prevalecer sobre o resultado obtido em campo. Para explicar o raciocínio, usou um exemplo hipotético envolvendo o Corinthians e Lionel Messi: “A gente gosta do resultado de campo, mas isso tem um limite. Porque, senão, agora o Corinthians traz o Messi para se livrar do rebaixamento e se livra”.
Na sequência, o jornalista disse que o episódio não poderia ser tratado como simples problema administrativo. Na avaliação dele, o Estudiantes assumiu conscientemente o risco ao escalar o defensor. “Não pode. Não é nem equívoco, uma confusão de documentação… Não é nada. Os caras fizeram sabendo que estão fazendo errado, que estão correndo esse risco”.
Consequência defendida e estágio atual do caso
Juca também foi direto ao apontar qual deveria ser, para ele, o desfecho esportivo da controvérsia. “Eu lamento muito, mas eu acho que não tem outra alternativa. Tem que ter Flamengo x Palmeiras na final”, afirmou.
A publicação informa que a polêmica em torno da escalação de Marcos Rojo continua provocando discussões sobre a final da Copa Libertadores e sobre a possibilidade de mudança nos participantes da decisão, atualmente formada por Estudiantes e Palmeiras. Ao mesmo tempo, o próprio texto ressalta que a autorização concedida pelo TAS foi provisória e não representa uma decisão definitiva sobre o mérito da disputa.

