Análise aponta espaço para Saúl no Flamengo, mas ainda fora da hierarquia de titulares

Por · 21 de setembro de 2026

Saúl ganhou argumentos para ter mais minutos no Flamengo, mas a avaliação apresentada no UOL ainda não o coloca como titular fixo no meio-campo rubro-negro.

Bruno Henrique
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Disputa no meio segue aberta só em cenários específicos

Na Live do Flamengo, do Canal UOL, o colunista Rodrigo Mattos afirmou que o espanhol mostrou condição de ser mais utilizado, porém segue atrás de Pulgar e Jorginho na hierarquia do setor. Na leitura dele, a concorrência atual impede que o debate avance para uma troca direta entre os dois titulares do time.

Mattos resumiu essa avaliação de forma direta: “Agora ele provou que dá para jogar mais. Agora não; ele não seria titular. Os dois titulares são Pulgar e Jorginho e os jogadores são melhores do que ele”. A análise também aponta que Saúl pode ser útil em jogos específicos, sem que isso mude automaticamente seu status no elenco.

Jogo contra o Estudiantes aparece como possível brecha

Ao tratar do próximo compromisso, Mattos citou o confronto com o Estudiantes, pela semifinal da Libertadores, como um cenário mais favorável para Saúl. Segundo ele, a característica física do espanhol pesa nessa discussão, especialmente em uma partida que, na visão do colunista, tende a exigir mais imposição no meio-campo.

Na mesma análise, o nome de Paquetá apareceu como referência para essa disputa pontual por vaga. Mattos declarou: “Ele provavelmente vai ser titular no jogo contra o Estudiantes [pela semifinal da Libertadores]. É um jogador fisicamente que se impõe melhor do que o Paquetá”.

Limite de estrangeiros entra na conta do elenco

O comentário do UOL também relacionou a situação de Saúl ao planejamento do Flamengo para a lista de estrangeiros. Ao citar nomes do elenco, Mattos disse que o clube pode precisar encontrar uma solução para evitar sobra de jogadores sem inscrição em competições.

Nesse contexto, ele apontou De la Cruz como o caso que pode acelerar uma definição, por considerar inviável manter um estrangeiro com participação reduzida. Para Mattos, a regra de estrangeiros pode forçar uma decisão prática do clube nas próximas movimentações do elenco.

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