Na Live do Flamengo, do Canal UOL, o colunista Rodrigo Mattos disse que não se lembra de outro nome superior ao camisa rubro-negro no período posterior a Andrade, levando em conta o que o jogador tem mostrado hoje com a equipe. Para ele, a discussão não passa pela carreira anterior do meio-campista, mas pelo rendimento atual em campo.
Mattos resumiu a avaliação em uma frase direta: “Qual é o volante melhor que o Jorginho depois do Andrade? Eu não me lembro. E jogando aqui, não é só projeção do que ele era antes. O que ele joga hoje no Flamengo”.
Leitura de jogo e passe entram na avaliação
No mesmo programa, Bruno Braz reforçou a comparação a partir do desempenho de Jorginho “nos gramados do futebol brasileiro”. O comentarista citou leitura de jogo, condução da bola e capacidade de passe como elementos que ajudam a explicar o impacto do volante no time.
Ao detalhar a análise, Braz mencionou jogadas recentes para ilustrar o nível técnico do meio-campista. Segundo ele, Jorginho tem “uma habilidade de conduzir a bola e só com a cabeça ‘falar’ para o Samuel Lino entrar ali” e também “deu um toque perfeito ali para o Freitas”.
Discussão fica no desempenho de 2026
A comparação apresentada no UOL foi delimitada ao que Jorginho vem entregando em 2026 na função que exerce no Flamengo. Nesse recorte, Braz foi taxativo ao afirmar: “O que dá pra dizer é que em 2026, na função do Jorginho, não tem ninguém próximo dele. Ele está jogando demais”.
Assim, a análise publicada pelo UOL sustenta a discussão a partir das atuações recentes do volante com a camisa rubro-negra, e não por histórico, expectativa ou projeção de carreira. O debate, portanto, foi construído sobre o rendimento atual de Jorginho no Flamengo.

