A entidade elabora o calendário da temporada com o objetivo de encaixar o período de indisponibilidade dos estádios dentro da pausa do futebol nacional. A ideia é interromper as competições nacionais entre 24 de junho e 25 de julho de 2027, período da Copa do Mundo Feminina no Brasil.
O desafio, no entanto, começa antes da abertura do torneio, já que a FIFA exige a entrega dos estádios com antecedência. No caso do Maracanã, que receberá a partida de abertura em 24 de junho, o estádio precisará ficar à disposição da organização a partir de 10 de junho. Por isso, a CBF estuda antecipar a indisponibilidade de cada arena e ajustar rodadas das competições nacionais para que os clubes não precisem buscar outros locais para mandar seus jogos.
Quais estádios serão cedidos à FIFA
Ao todo, oito estádios vão receber partidas da Copa do Mundo Feminina de 2027: Maracanã, Neo Química Arena, Mineirão, Beira-Rio, Arena Fonte Nova, Arena Castelão, Arena Pernambuco e Mané Garrincha. Cada um terá um período diferente de indisponibilidade, de acordo com a data do primeiro jogo previsto em cada sede.
Por que a troca de estádio é um problema
Uma eventual mudança temporária de mando também esbarra na exigência do impedimento semiautomático. A CBF determinou que qualquer estádio usado na Série A precisa ter o sistema instalado e validado, o que limita as opções dos clubes para substituir suas arenas durante o período de cessão à FIFA.
A CBF ainda trabalha na elaboração do calendário completo de 2027 e não divulgou as datas definitivas das partidas que podem ser afetadas.

