Pedido do consórcio à Justiça
Segundo a manifestação citada pela ESPN e reproduzida pela Coluna do Fla, a concessionária afirmou que o Vasco precisa “arcar com as consequências” por ter vendido 46 mil ingressos para o confronto. A defesa do consórcio diz que o clube assumiu os riscos ao abrir as vendas com a liminar ainda sujeita a suspensão.
No documento, o Consórcio Fla-Flu sustenta que o novo pedido do Vasco perdeu objeto pela proximidade do fim do prazo e argumenta ainda que o recurso repete pontos já rejeitados. Ao mesmo tempo, a concessionária defende o Nilton Santos como sede da partida e afirma que ainda haveria tempo para reorganizar o evento.
O que o Vasco alega
No recurso, o Vasco pede reconsideração urgente da suspensão. O clube afirma que liberou a venda para o Maracanã depois de autorização judicial e alega que a capacidade do Nilton Santos, de 44.661 pessoas, é menor do que os 46.014 ingressos já vendidos para a partida.
Cronologia da disputa
A discussão passou por duas decisões em dias seguidos no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Na sexta-feira (09), o desembargador Marco Antônio Ibrahim concedeu liminar ao Vasco. No sábado (10), porém, a desembargadora Suely Lopes Magalhães, primeira vice-presidente do TJ-RJ, suspendeu a decisão.
Segundo a fonte, a magistrada apontou risco de segurança pública e considerou o Nilton Santos uma alternativa viável. Neste momento, o recurso do Vasco e a manifestação do Consórcio Fla-Flu aguardam análise da própria desembargadora.

