O montante geral a pagar subiu em relação a dezembro de 2025 por causa da contratação de Lucas Paquetá, negócio que custou R$ 315,6 milhões ao todo. Passado o primeiro semestre, o Flamengo ainda tinha R$ 191 milhões a pagar dessa operação.
Outras dívidas relevantes envolvem Samuel Lino, com R$ 121,5 milhões pendentes de uma transação de R$ 203 milhões, e Jorge Carrascal, com R$ 36,7 milhões ainda a pagar ao Dínamo Moscou.
Clube também tem valores a receber
O balanço mostra que o Flamengo tinha R$ 310,5 milhões a receber em transferências até o fim do primeiro semestre, sendo R$ 177,1 milhões a curto prazo e R$ 133,3 milhões a longo prazo.
Balança negativa entre pagar e receber
Considerando os valores a pagar e a receber, a curto e longo prazo, o Flamengo tem uma diferença negativa de R$ 304 milhões. A curto prazo, essa diferença entre o que deve pagar e o que tem a receber está em R$ 134,8 milhões.
O presidente Luiz Eduardo Baptista já havia afirmado que pretendia usar o aumento do endividamento como estratégia no mercado da bola, avaliando que um clube com o faturamento do Flamengo, de R$ 2 bilhões no ano passado, poderia elevar o grau de investimento sem comprometer as contas, desde que monitore os compromissos já assumidos.

