Como Jardim explicou o lance
Questionado sobre a pressão dos jogadores sobre a arbitragem, Jardim puxou o episódio envolvendo Pulgar e Rodrigo Castillo. Segundo o treinador, o volante tocou o adversário com a parte inferior do pé, mas a jogada não era para cartão vermelho. Para ilustrar o argumento, ele chamou o assessor de imprensa Rodrigo Paiva e encenou a diferença entre uma entrada mais alta e a disputa descrita por ele.
Na coletiva, Jardim afirmou: “Esse lance de hoje do Erick (Pulgar), e ontem do São Paulo, foram dois toques com a parte inferior do pé no adversário. Houve e foi verdade. Mas não foram lances de cartão vermelho”. Na mesma resposta, ele completou: “E acho que o árbitro esteve bem. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.”
Elogio ao critério da arbitragem
Além de defender Pulgar, Jardim elogiou a atuação do árbitro Rafael Rodrigo Klein. O treinador disse que conversou com a equipe sobre arbitragem e afirmou ter dado “parabéns” ao árbitro pela condução da partida, destacando o critério mantido do início ao fim e o fato de ele ter deixado o jogo seguir em lances de contato leve.
Do outro lado, o lance provocou reação no Fluminense. De acordo com o relato da fonte, Samuel Xavier afirmou que há favorecimento a Flamengo e Palmeiras. Já o presidente Mattheus Montenegro classificou a arbitragem do clássico como “um lixo e uma mer…”. O clube também publicou uma nota e divulgou uma imagem da marca da chuteira de Pulgar no joelho de Castillo.

