Segundo Ortiz, ele ainda participou do confronto de volta contra o Racing-ARG mesmo sem estar em plenas condições. “Joguei no sacrifício, à base de remédios para suportar as dores no tornozelo. No aquecimento senti dores fortes, mas aguentei até o fim e garantimos a vaga na final”, afirmou.
Na entrevista, o defensor disse que conversou com Filipe antes da decisão continental e deixou claro que não queria ser escalado por obrigação. “Filipe, é uma final de Libertadores, eu quero jogar. Mas não quero que você se sinta na obrigação de me escalar. Coloque quem estiver melhor fisicamente, porque o que importa para mim é o Flamengo ser campeão.”
Ortiz também citou Danilo ao relembrar a escolha para a final e resumiu a avaliação sobre o companheiro: “O Danilo estava pronto para o momento. Ele tomou a decisão correta”.
Como Ortiz descreveu a rotina no clube
Além do bastidor da Libertadores, Léo Ortiz falou sobre o impacto da chegada ao Flamengo depois da passagem pelo Red Bull Bragantino. De acordo com o zagueiro, o período inicial teve um mês de treinos e presença no banco nas finais do Carioca e na Libertadores antes da estreia.
Ao tratar da adaptação, Ortiz destacou o tamanho do ambiente que encontrou no clube. “Realmente é complicado, é uma dimensão totalmente diferente de qualquer outro clube. É algo imensurável o tamanho do Flamengo, no Rio e em todos os lugares”, disse.

