O que Braz disse sobre a decisão
Em participação no Resenha do Coluna do Fla, nesta terça-feira (22), o ex-vice-presidente de futebol rubro-negro afirmou que a medida beneficia o Flamengo, mas avaliou que prejudica o futebol brasileiro no longo prazo. Ao comentar o posicionamento do clube, declarou: “Eu te juro por Deus, eu acredito que o presidente do Flamengo votou a favor do futebol brasileiro. Ele votou a favor da estrutura do futebol brasileiro, porque essa medida, ela beneficia, ao meu ver, o Flamengo”.
Braz também disse que a mudança não resolve problemas de base e de estrutura financeira dos clubes. Na avaliação dele, a redução será “um tiro no pé” para equipes que apoiaram a alteração e imaginaram que poderiam atingir o Flamengo com a nova regra.
Como ficou a regra aprovada pela CBF
Clubes das Séries A e B aprovaram a redução gradual do número de estrangeiros relacionados por partida. O limite segue em nove em 2026, cai para oito em 2027, depois para sete em 2028, seis em 2029 e cinco em 2030.
O Flamengo esteve entre os três votos contrários à mudança, ao lado de Bahia e Londrina. Entre os clubes da Série A, apenas Flamengo e Bahia votaram contra. Braz também citou a repercussão do tema na Argentina e disse que jornalistas do país apontaram benefício para os argentinos em relação ao caminho adotado pelo futebol brasileiro.
A fonte também informa que o elenco rubro-negro reúne atualmente dez estrangeiros: Rossi, Joaquín Freitas, Gonzalo Plata, Anthony Valencia, Erick Pulgar, Arrascaeta, Guillermo Varela, De La Cruz, Carrascal e Saúl Ñíguez.

