Receitas além de TV e patrocínio
No UOL News Esporte, o jornalista disse que os clubes brasileiros precisam olhar além de patrocínio e direitos de transmissão para manter competitividade e ampliar arrecadação. Ao comentar o caso rubro-negro, afirmou: “O Flamengo está buscando novas fontes de receita em várias outras áreas. Isso é uma coisa que os clubes no Brasil têm que se ligar.”
Mauro Cezar também afirmou que o modelo de receitas do futebol mudou ao longo das décadas. Segundo ele, houve períodos em que bilheteria e venda de jogadores tinham peso central no caixa, antes de direitos de transmissão e patrocínios ganharem mais espaço. Na mesma análise, defendeu que os clubes busquem outros meios de arrecadação em vez de depender apenas das fontes mais tradicionais.
Mudança estatutária e execução prática
A fala ocorreu durante a análise da reforma estatutária do Flamengo. De acordo com o conteúdo publicado pelo UOL, a mudança aprovada acabou com as vice-presidências e estabeleceu diretorias e um conselho gestor para atuar junto ao presidente.
Para Mauro Cezar, o modelo pode funcionar, mas depende da forma como será colocado em prática. Segundo a análise apresentada, isso passa por contratações qualificadas e por evitar que a concentração de decisões na figura do presidente resulte em escolhas “na emoção ou na vaidade”. Ao resumir o ponto, ele afirmou: “Se for bem executado, se a teoria na prática for bem aplicada e os poderes do presidente não resultarem em decisões ditatoriais, estapafúrdias e tomadas na emoção ou na vaidade, ok.”

