Posição do Ministério Público
A manifestação foi enviada pelo Grupo de Atuação Especializada do Desporto e Defesa do Torcedor (GAEDEST/MPRJ) após questionamento sobre a depredação de áreas do estádio no confronto de terça-feira (20), pela Copa Sul-Americana. Segundo o órgão, a concessionária deve apurar e catalogar os danos à estrutura e, na sequência, cobrar do clube mandante os valores devidos conforme o contrato.
Na mesma resposta, o MPRJ informou que a identificação dos envolvidos em atos de vandalismo pode resultar em processos criminais. Ao mesmo tempo, o órgão não anunciou uma investigação própria sobre os danos e indicou o registro policial e a cobrança contratual ao Vasco como providências a cargo da administradora do estádio.
Avaliação sobre a liberação do estádio
O GAEDEST também defendeu a recomendação encaminhada à concessionária, no âmbito de um inquérito civil, para que o Maracanã fosse disponibilizado para o jogo. De acordo com o grupo, a medida se baseou na experiência do órgão no acompanhamento de eventos esportivos e em avaliações técnicas de órgãos públicos, que apontaram o estádio como o mais adequado em segurança pública, mobilidade, logística e infraestrutura.

