Naturalização de Arrascaeta segue em andamento; Rossi ainda não iniciou trâmite no Flamengo

Por · 23 de setembro de 2026

O Flamengo monitora a situação de seus estrangeiros diante da redução gradual do limite de relacionados por jogo no Brasileirão a partir de 2027. Nesse cenário, Arrascaeta já tem processo de cidadania brasileira em andamento, enquanto Rossi afirmou que ainda não iniciou nenhum trâmite.

Naturalização de Arrascaeta segue em andamento; Rossi ainda não iniciou trâmite no Flamengo
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Arrascaeta já abriu processo

Segundo o balanço publicado sobre o elenco rubro-negro, Arrascaeta é o estrangeiro há mais tempo no Brasil entre os jogadores do Flamengo. O meia está no país desde 2015, quando atuava pelo Cruzeiro, e, de acordo com a fonte, já reúne os pré-requisitos para obter a cidadania brasileira. O uruguaio iniciou o processo em 2023, avançou etapas, mas ainda enfrenta questões administrativas para concluir a naturalização.

Rossi diz que não há trâmite em andamento

No caso de Rossi, a situação é diferente. O goleiro, no Flamengo desde 2023, disse em resposta ao repórter Rodrigo Lima, do Coluna do Fla, que não há procedimento aberto neste momento: “Não tenho nenhum trâmite em processo, nada disso. Eu, como argentino, acho que são quatro anos para receber a cidadania, quatro anos de residência. Já levo três, mas… Acho que mesmo assim não sei se deixa de ocupar uma vaga como estrangeiro, não sei bem como é que é isso”.

Além de Arrascaeta e Rossi, o levantamento cita Guillermo Varela e Erick Pulgar como nomes que também entram no radar do clube nesse tema. Varela e Pulgar aparecem como elegíveis desde 2026. Na relação publicada, o Flamengo tem dez estrangeiros no elenco, e uma eventual cidadania brasileira para Arrascaeta, Rossi, Varela e Pulgar reduziria esse total para seis.

A mudança regulatória mencionada no levantamento foi aprovada pela CBF em reunião realizada na segunda-feira (21). Pelo novo modelo, o limite de estrangeiros relacionados por jogo no Brasileirão cairá para oito em 2027, sete em 2028, seis em 2029 e cinco em 2030. Ainda segundo a publicação, Flamengo, Bahia e Londrina votaram contra a medida.

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