Em entrevista, o presidente do Vasco disse que, mesmo com contrato prevendo o Maracanã, não quer mais depender de liberação para mandar o confronto no estádio. Ao explicar a posição, ele também citou críticas feitas a Bap, presidente do Flamengo. “Eu já estou avisando que mesmo tendo contrato e no primeiro turno, eu vou querer que Vasco e Flamengo no segundo turno seja em São Januário. Eu não vou mais pedir para jogar no Maracanã, pois não sou aceito. Eu tenho estádio, então eu quero jogar em São Januário”.
Declaração após negativa sobre o Maracanã
Na mesma fala, Pedrinho afirmou que não está pedindo para atuar no Maracanã, mas cobrando o cumprimento do contrato citado por ele. Segundo o dirigente, Bap alegou que o acordo estava ruim. “eu não peço para jogar no Maracanã, eu tenho contrato. Ele alegou que o contrato estava ruim, eu respeitei. Eu não vou ficar dependendo disso”.
De acordo com a fonte, o primeiro turno do Brasileirão entre Vasco e Flamengo foi disputado no Maracanã. Mesmo assim, Pedrinho disse que pretende tentar retirar o clássico do segundo turno do estádio, apesar da existência de um contrato firmado para repetir o mando no local.
Pedido do Vasco também envolve jogo contra o Boca Juniors
Pedrinho também abordou a situação do Vasco para enfrentar o Boca Juniors no Maracanã. Segundo ele, o clube enviou um ofício ao Consórcio do Maracanã e aguardava resposta dentro de 48 horas, prazo que se encerraria nesta sexta-feira (25).
Na entrevista, o dirigente afirmou que sua preferência era jogar em São Januário, mas que o estádio não atende a alguns critérios da Conmebol, como capacidade e área de visitante. Sem resposta até o momento citado por ele, Pedrinho fez um apelo ao Poder Público e ao BEPE para que a partida possa ser realizada em São Januário, lembrando que o estádio já recebe outros jogos considerados de risco.
Ainda segundo a fonte, a sinalização do Flamengo para o pedido do Vasco sobre o duelo com o Boca Juniors foi negativa, com o argumento de preservação do gramado do Maracanã.

