Arnaldo Ribeiro adotou avaliação diferente. Para ele, um pênalti marcado aos 52 minutos e com peso direto no resultado precisaria ser um lance mais claro. Na leitura do jornalista, o ponto central é saber se o contato foi suficiente para desequilibrar o jogador e levá-lo ao chão, sem reduzir a análise apenas à imagem congelada ou à câmera lenta.
Peso da marcação em campo
Danilo Lavieri afirmou que a forma como o lance foi marcado interfere na leitura. Como a penalidade foi assinalada pelo árbitro em campo, sem revisão do VAR para identificar um contato mínimo, ele disse que passa a enxergar o episódio de maneira diferente. Ainda assim, ressaltou que esse tipo de pênalti aparece com frequência no futebol brasileiro, embora nem sempre seja marcado.
Na mesma análise, Danilo acrescentou que o defensor do Atlético-MG agiu com imprudência no lance. Para ele, não havia necessidade de fazer o contato, ainda mais com o jogador do Flamengo de costas para a jogada. O debate, portanto, ficou dividido entre a convicção de que houve infração e a avaliação de que o nível de contato não tornava a marcação indiscutível.

