Raisa resumiu a avaliação ao defender uma postura mais direta quando a jogada pede menos risco: “Às vezes o que a gente precisa é jogar feio, é dar chutão para frente se tiver que dar chutão para frente”. Na mesma análise, ela citou a decisão de Rossi de acionar Jorginho sob pressão, afirmou que o Flamengo entrou em “colapso mentalmente” depois da sequência do lance e disse que o time “teve sorte de não ter sofrido a virada”.
Segundo a comentarista, esse roteiro tem se repetido ao longo da temporada, com o Flamengo dificultando partidas que inicialmente pareciam controladas. A preocupação, na leitura dela, aumenta porque a equipe abre vantagem e ainda assim termina sob pressão.
Raisa, por sua vez, criticou a opção de manter mudanças ofensivas mesmo depois do primeiro gol do Santos e do cenário com um jogador a menos. “Eu acho que foi um erro. O Flamengo tomou o primeiro gol do Santos, teve um jogador expulso; como é que ia jogar no contra-ataque?”, afirmou.
Na sequência, a comentarista disse que o time poderia ter colocado em campo atletas capazes de segurar mais a bola e trocar passes. Ela ainda citou que Luiz Araújo acabou cometendo o pênalti e classificou a jogada como mérito do Santos, “do trabalho do Cuca”, mas também como “bobeira” do Flamengo.

