Rômulo Mendonça diz que Flamengo perdeu a “batalha mental” para Neymar contra o Santos

Por · 9 de outubro de 2026

Rômulo Mendonça avaliou que o Flamengo perdeu a “batalha mental” para Neymar no empate por 2 a 2 com o Santos, no Estádio Urbano Caldeira, pelo Brasileirão.

Rômulo Mendonça diz que Flamengo perdeu a “batalha mental” para Neymar contra o Santos
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Ao resumir a leitura da partida, Rômulo afirmou: “Acho que o Flamengo, depois de abrir 2×0 e perder muitas oportunidades no segundo tempo, perdeu uma batalha mental com o Neymar. O Neymar entrou para provocar, para criar um outro clima de jogo e conseguiu”.

Análise de Rômulo sobre a atuação de Neymar

Na sequência da análise, o comentarista afirmou que Neymar mudou o ambiente da partida e que o Flamengo “sucumbiu” a esse contexto. No mesmo comentário, Rômulo disse: “O menino Ney venceu uma batalha mental. Ele foi adulto: de intimidação, de provocação. E o Flamengo, que é um Flamengo gigante, sucumbiu à força mental do Neymar. O Neymar mudou o jogo de ontem: na pressão, na provocação, na intimidação”.

A análise de Rômulo também foi feita em um debate que incluiu a arbitragem de Anderson Daronco. Segundo o UOL, o empate foi marcado por lances polêmicos e por dois pênaltis marcados para o Santos.

Rossi também foi alvo de crítica

Além da leitura sobre o aspecto mental do jogo, Rômulo também apontou falha de Rossi e disse que o Flamengo tem um problema na posição. Na avaliação do comentarista, o goleiro volta a cometer erros e o elenco não oferece hoje uma alternativa que gere discussão real sobre a titularidade.

Ao falar sobre o camisa rubro-negro, Rômulo declarou: “O Rossi, de novo, falhando. O Flamengo tem um goleiro que, em várias ocasiões, comete esse tipo de erro, de desplicência total, de total falta de conexão com o jogo, e não tem ninguém no banco que você cogite para substituir”.

No mesmo programa, o repórter Bruno Braz afirmou que a torcida do Flamengo perdeu parte da paciência com Rossi, sobretudo na saída de bola com os pés. Ainda assim, ele disse que “dificilmente o Leonardo Jardim vai optar, por exemplo, para o clássico, para barrar o Rossi” e acrescentou que isso “está longe de acontecer”.

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