Administração estuda operação no campo
Segundo apuração citada no UOL, a administração do Maracanã trabalha com uma operação para tentar preservar o campo até o fim da temporada. Entre as alternativas mencionadas estão a troca da grama e a ampliação do horário das equipes de manutenção, com possibilidade de trabalho em turnos estendidos e até de madrugada.
No debate exibido pelo Canal UOL, Paulo Vinícius Coelho questionou a indefinição sobre uma eventual troca e afirmou que o tema se arrasta há anos. Na mesma discussão, ele defendeu que o foco não deve ser uma disputa entre grama natural e sintética, mas a busca por um campo em boas condições.
Calendário e crítica de Léo Ortiz entram na discussão
Fabíola Andrade apontou o calendário do estádio como um obstáculo adicional para a recuperação do gramado. Ela citou que o Maracanã receberá um jogo da NFL no dia 27 e lembrou que, na sequência, o Fluminense joga em 8 de outubro, o que, na avaliação dela, reduz o tempo disponível para uma intervenção mais ampla no piso.
Depois da classificação do Flamengo, Léo Ortiz criticou diretamente as condições do campo. O zagueiro afirmou: “O gramado tá praticamente impraticável, tá muito ruim.” Na mesma fala, acrescentou: “Espero que quem possa fazer alguma coisa faça, porque tá muito complicado de se jogar” e relacionou o debate ao argumento usado por quem defende o sintético.
De acordo com o colunista Mauro Cezar Pereira, a administração do estádio estuda a troca do gramado natural após a partida da NFL. No mesmo material, PVC ampliou a discussão e disse que o problema não é isolado do Maracanã, defendendo que a questão central no futebol brasileiro é a condição dos gramados.

