Presidente do Estudiantes diz não temer perda de vaga na final em caso envolvendo Rojo

Por · 27 de outubro de 2026

O presidente do Estudiantes, Juan Sebastián Verón, afirmou que não teme perder a vaga na final da Libertadores no caso envolvendo Marcos Rojo. Do lado do Flamengo, o clube ainda aguarda uma resposta da Conmebol sobre a reclamação apresentada após a semifinal.

Presidente do Estudiantes diz não temer perda de vaga na final em caso envolvendo Rojo
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Em entrevista à Rádio La Red, Verón disse que o clube argentino se cercou de cuidados antes de escalar o defensor. Segundo ele, a decisão só foi tomada após consulta jurídica e com respaldo da Corte Arbitral do Esporte. “Desde o primeiro momento com o tema do Marcos (Rojo) nos assessoramos, não queríamos ter nenhum problema. Se tivéssemos o risco, não íamos fazer nada. A CAS foi a favor de nós. Mas o mais importante é que nós não corremos o risco de não jogar a final”, disse.

Cronologia do caso

Segundo a publicação, a Conmebol recusou a inscrição de Rojo em 14 e 15 de outubro, após consulta à FIFA. Depois disso, o Estudiantes recorreu ao CAS, que concedeu medida cautelar em 21 de outubro e autorizou a inscrição de forma provisória. Com essa liberação, Rojo atuou na partida de volta contra o Flamengo.

No Match Center, o jogo de volta entre Flamengo e Estudiantes aparece como empate por 0 a 0 no Estadio Jornalista Mário Filho, pela Copa Libertadores, com classificação argentina nos pênaltis. A contestação do clube rubro-negro, porém, trata da condição de Rojo para atuar naquela partida.

O pedido do Flamengo e a defesa do Estudiantes

O Flamengo protocolou reclamação em 23 de outubro e pede a derrota do Estudiantes por 3 a 0. De acordo com a fonte, o clube afirmou em nota que não iniciou o processo no CAS e que busca apenas “garantir regras iguais para todos os clubes”, além de pedir uma decisão antes da final e citar o precedente do Santos, em 2018.

Já o Estudiantes apresentou defesa em 26 de outubro e negou irregularidade, com o argumento de que Rojo atuou habilitado por medida do CAS. Ainda segundo a fonte, a imprensa argentina informou que o clube sustenta que uma eventual decisão contrária posterior não teria efeito retroativo. Ao mesmo tempo, o CAS negou ao time argentino a garantia de que não haveria consequências esportivas ou disciplinares.

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