O dirigente também disse que o planejamento financeiro do clube para os próximos anos foi montado a partir de contratos assinados sob a legislação então vigente. Na audiência, ele afirmou: “Foi com base nesses contratos que o Flamengo planejou a sua estrutura financeira para os anos seguintes. O Flamengo se organizou financeiramente para os quatro ou cinco anos com base nos contratos assinados de acordo com a legislação vigente”.
Contratos e posição de Luiz Fux
Willeman ainda sustentou que o Flamengo assumiu compromissos financeiros contando com esse ambiente regulatório. Na fala levada ao STF, declarou: “O Flamengo contraiu obrigações financeiras com atletas e empregados com base nesses contratos. O Flamengo acreditou que o Brasil regulou as apostas”.
De acordo com o relato da audiência, o dirigente citou também contratos do futebol profissional, embora sem detalhar casos específicos. A reportagem informa que o Flamengo recentemente pagou mais de R$ 315 milhões para repatriar Lucas Paquetá.
Na abertura da sessão desta terça-feira, Luiz Fux defendeu que as casas de apostas sejam banidas do território nacional. Segundo a publicação, o ministro assumiu a relatoria do caso por prevenção, porque já conduz ações que questionavam as leis que regulamentavam as apostas online.

