Medina destaca os caminhos fechados ao ataque rubro-negro
Na avaliação do treinador, o principal ponto do Estudiantes foi reduzir os espaços de um adversário que, segundo ele, costuma atacar por vários setores. Após a partida, Medina afirmou: “(Flamengo) é uma equipe que ataca por todos os lados, tem muitas alternativas. E hoje não conseguiu chutar uma vez ao gol. Isso diz muito sobre a organização defensiva que tivemos. Nós fechamos muitos dos caminhos deles, e eles não encontraram facilidades”.
O técnico também disse que sua equipe atuou da maneira que pretendia, embora tenha lamentado a falta de efetividade. “A análise não é positiva porque não vencemos e queríamos muito, mas a equipe jogou muito bem, jogamos da maneira que o Estudiantes queria. Faltou efetividade, não conseguimos marcar. Tivemos as melhores chances, eles não criaram nada contra nós. Muslera não fez nenhuma defesa”, declarou.
Empate mantém a decisão para o Maracanã
Além de valorizar a solidez sem a bola, Medina reconheceu que o Estudiantes teve espaço para ser mais preciso no campo ofensivo. “Defensivamente fomos sólidos, e no ataque faltou aquele algo a mais de calma, aquele passe final no campo adversário porque havia espaço. Tivemos nossas chances no final e não conseguimos convertê-las”, completou.
Com o 0 a 0 em 15 de outubro, Flamengo e Estudiantes voltam a se enfrentar em 22 de outubro, às 21h30, no Estadio Jornalista Mário Filho, pela Copa Libertadores. O cenário mantém o Flamengo diante da necessidade de encontrar soluções ofensivas para o segundo confronto, depois de um primeiro jogo em que, segundo a avaliação de Medina, o Estudiantes conseguiu fechar os espaços e limitar a produção ofensiva rubro-negra.

